A Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB)
é um sistema oficial de classificação de atividades econômicas, ativos e projetos, criado pelo governo para definir critérios objetivos de sustentabilidade. Lançada para impulsionar finanças verdes e combater o
greenwashing, ela integra o Plano de Transformação Ecológica (PTE), focando em impactos ambientais, sociais e climáticos. [
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Principais Características e Objetivos:
- Padronização: Estabelece uma linguagem comum para o mercado financeiro definir o que é, de fato, um investimento sustentável.
- Abrangência: A versão brasileira diferencia-se por incluir objetivos sociais, como igualdade de gênero e raça, além da dimensão ambiental e de baixo carbono.
- Setores Prioritários: A primeira versão, com aprovação final em agosto de 2025, priorizou sete cadeias produtivas, incluindo agronegócio (soja, milho, pecuária, silvicultura) e aquicultura, conforme e.
- Base Científica: Os critérios são baseados em evidências, visando não causar prejuízos significativos (do inglês, Do No Significant Harm - DNSH).
- Implementação: A TSB está sob a competência do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CITSB), ligado ao Ministério da Fazenda. [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7]
A taxonomia funcionará como um guia para incentivos financeiros e para a organização do mercado de capitais para o desenvolvimento sustentável no Brasil.