Economia Verde Hora de investir?
Investimentos sustentáveis imobiliários e de turismo
Dicas jurídicas e técnicas para quem quer empreender no nordeste
26/12/2025 23h06
Por: Redação Fonte: Prof. Dr. Georges Humbert
Guia Salvador

A economia da região Nordeste cresce de forma acelerada e acima da média do país. Os Estados nordestinos estão sendo impulsionados por investimentos do governo federal e de empresas privadas, notadamente na aérea imobiliária e de turismo. Na Bahia são variados os novos negócios desenvolvidos em todas as regiões do estado. Merece destaque a construção do Porto Sul, a criação de parques de energia eólica, a ampliação da indústria de papel e celulose, a criação do parque industrial acrílico, entre outros. 

Além destes atrativos socioeconômicos, soma-se a tudo isso algo que é próprio do nordeste brasileiro: as suas belezas naturais. Vasto litoral, pluralidade de ecossistemas, povo acolhedor, riqueza cultural, paisagística e históricas, que somam os atributos que fomentam investimentos diversos, em especial, imobiliários e econômicos. Compõem a região mais de 2.000 quilômetros de praias paradisíacas, vegetação abundante e sol brilhante o ano inteiro, combinados com fortes traços culturais, notadamente quanto à saborosa e inovadora culinária e às encantadoras manifestações populares. Todos os caminhos levam ao nordeste e à Bahia, berço do Brasil, terra da magia e do desenvolvimento, nação onde o presente e o futuro se encontram, na certeza de bons negócios e de uma vida feliz.    

Entretanto, ao investir na região, algumas precauções são necessárias. Recomenda-se sejam todos os atos produzidos com a assessoria de profissionais locais e habilitados.  Do ponto de vista jurídico, a realização de due diligence, nas áreas tributária, trabalhista, imobiliária e ambiental são fundamentais. Nesta última se destacam temas como o licenciamento e estudos de impacto ambiental, cujo pedido, instruído junto ao órgão efetivamente competente, requer critério e conhecimento legal. De igual modo, o conhecimento das normas de uso e ocupação do solo dos diversos níveis da federação brasileira (união, estados e municípios), é fundamental. 

Ademais, não se pode olvidar a análise do empreendimento e sua viabilidade a luz dos padrões ESG, como, ainda, as vantagens fiscais, de crédito, de contrapartidas e vendas de empreender de acordo com as melhores práticas sustentáveis. Todo esse plexo de governança, antes, durante e após a escolha do local, da instalação e da operação do empreendimento imobiliário e turístico, se bem c aplicados, podem servir como um facilitador do sucesso dos novos negócios, com repercussão no retorno financeiro do negócio. Contudo, quando mal versado, se constitui em verdadeiro gargalo de difícil transposição pelo empreendedor.