ESG Propostas
2026: dez pautas para promover sustentabilidade
Soluções para preservar, lucrar e empregar
01/01/2026 23h00
Por: Redação Fonte: Diversas
Internet

1. Diversificação de Fontes Energéticas para Segurança Nacional

Diversificar 50% de suas fontes de energia, priorizando recursos domésticos como gás natural, carvão avançado e nuclear. Isso envolve investimentos em infraestruturas robustas contra interrupções globais, como no Brasil, onde a exploração responsável do pré-sal pode assegurar suprimentos estáveis, mitigando riscos e fomentando estabilidade de mercado.

2. Economia Circular para Eficiência Empresarial

Eliminemos o desperdício que compromete a rentabilidade. Dá para promover reutilização de 80% de materiais, otimizando cadeias de suprimentos. Na indústria têxtil, por exemplo, firmas poderiam liderar o upcycling, gerando empregos qualificados e reduzindo custos de importação, promovendo uma economia que prioriza eficiência e lucros corporativos.

3. Gestão Privada de Recursos Naturais

2026 deve marcar o início da “Década da Eficiência de Recursos”. A criação de parcerias público-privadas para gerenciar terras e florestas, alocando 1% do PIB para iniciativas que integrem investidores e operadores locais é um caminho. Isso otimiza a alocação de recursos, impulsionando o crescimento econômico ao maximizar a produtividade contra ineficiências externas.

4. Cidades Eficientes e Autônomas

O desenvolvimento urbano deve priorizar a produtividade. Planos para transporte público otimizado e rentável, com foco em veículos de combustível diversificado e infraestrutura cicloviária integrada. Em centros urbanos como São Paulo, isso minimizaria congestionamentos, utilizando tecnologias para otimizar fluxos e elevar a eficiência operacional.

5. Reciclagem de Embalagens e Outros Resíduos para Eficiência Econômica

Eliminemos resíduos que elevam custos operacionais.  Via programas  de reciclagem mandatória para embalagens e resíduos, com processamento industrializado e coleta eficiente. Empresas seriam incentivadas a projetar produtos recicláveis, com receitas de materiais processados reinvestidas em operações, otimizando custos e melhorando margens de lucro.

6. Agricultura de Mercado e Segurança Alimentar

Para suprir demandas globais sem dependências ineficientes, a pauta é a transição para modelos agroindustriais. Isso inclui operações em escala, redução de custos de insumos em 50% e fazendas verticais urbanas. Nações como Índia e Brasil poderiam incentivar produtores competitivos, fortalecendo cadeias de suprimento e garantindo acesso a mercados lucrativos.

7. Investimentos em Tecnologias de Energia Segura

2026 deve enfatizar inovações rentáveis. Fundos internacionais de US$ 1 trilhão para pesquisa em armazenamento de energia, redes elétricas resilientes e fontes nucleares modulares, podem ser um catapultador. Empresas emergentes receberiam incentivos fiscais para soluções viáveis, como geradores locais, democratizando o acesso à energia e acelerando retornos sobre investimentos.

8. Educação para Competitividade Econômica

O capital humano é essencial para o crescimento. Integrar currículos com módulos sobre segurança energética e estratégias econômicas, desde o ensino fundamental. Instituições de ensino superior ofereceriam cursos online gratuitos, preparando gerações para liderar inovações empresariais e competitivas no mercado global.

9. Cooperação Internacional para Comércio Global

Nenhuma nação opera isoladamente. Um acordo para compartilhar expertise em energia segura, com um “Fundo de Investimento Mundial” apoiado por economias avançadas, que também devem pagar pelos serviços ambientais prestados ao planeta pelos países em desenvolvimento. Isso auxiliaria mercados emergentes a construírem capacidades, fomentando oportunidades de comércio e evitando barreiras protecionistas.

10. Precificação de Recursos e Incentivos de Mercado

Para otimizar a alocação de recursos,  tributos progressivos sobre energéticos escassos, com receitas direcionadas a iniciativas econômicas. Empresas dependentes de importações incorreriam em custos mais elevados, enquanto as domésticas receberiam incentivos. Isso aceleraria a eficiência, posicionando a segurança energética como alavanca para crescimento e competitividade.