O direito ambiental em 2026 promete ser um campo de batalhas intensas, com tribunais nos EUA se tornando o epicentro de disputas climáticas. Interesses empresariais e a administração Trump contestam políticas ambientais em cortes superiores, incluindo tentativas de barrar ações estatais contra a indústria do petróleo. A EPA acelera sua agenda desregulatória, estendendo prazos para a indústria de óleo e gás cumprirem padrões de emissões de metano, uma estratégia para "chocar e impressionar" que visa solidificar mudanças antes de oposições.
Em Nova Jersey, ambientalistas celebram uma vitória judicial que mantém regulamentações implementando uma lei ambiental histórica, capaz de barrar construções baseadas em poluição, reforçando proteções locais.
Centenas de grupos ambientais e de saúde pressionam o Congresso para não enfraquecer a principal lei de segurança química dos EUA, o TSCA, temendo retrocessos em proteções contra substâncias perigosas.
Mudanças no TSCA são esperadas, com preocupações de que enfraqueçam salvaguardas ambientais.
O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, lidera uma coalizão contra as tentativas da administração Trump de desmantelar proteções ambientais, enviando cartas multipartidárias que afirmam a ilegalidade de regras propostas sobre águas federais. No Congresso, a Câmara aprova alterações significativas nas provisões de permissão do NEPA, acelerando reformas ambientais.
Essas dinâmicas destacam a tensão entre desregulamentação federal e resistência estadual, com implicações globais para o direito ambiental, especialmente em nações como o Brasil, onde leis semelhantes protegem biomas como a Amazônia.