O setor prevê US$ 68,4 bilhões em investimentos até 2029, com foco em minério de ferro e projetos socioambientais. Iniciativas ESG podem elevar a atividade econômica em até 21%, segundo estudos. Redução de emissões chega a potencial de 90% até 2050, com avanços em tecnologias limpas e gestão de rejeitos.
Terras raras ganham destaque, com projetos em Minas Gerais atraindo financiamento internacional. Para 2026, inovação verde e licença social são prioridades, alinhadas à COP30.
A exploração na Margem Equatorial, autorizada ao Ibama em 2025, gera polêmicas ambientais, com ações judiciais em curso. O setor defende autossuficiência em petróleo e gás como essencial à transição energética, com produção de baixo carbono e investimentos em biocombustíveis.
Biometano do agronegócio dobra em 2025, impulsionando renováveis. O governo mapeia R$ 3,8 trilhões em energia até 2034, equilibrando fósseis e limpas.
O ano de 2026 promete ser decisivo: com eleições no horizonte e o STF julgando leis ambientais, o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental definirá o legado brasileiro na agenda global de sustentabilidade. O desafio é transformar discursos em ações concretas, beneficiando sociedade e economia.