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Meio ambiente detonado, Enquanto Globais, artistas, poetas, intelectuais de esbaldam, lacram e lucram?

Moradores de Cidade Jardim Cobram Medidas Sustentáveis para Eventos no Candyall Guetho Square

04/03/2026 16h47
Por: Redação
Meio ambiente detonado, Enquanto Globais, artistas, poetas, intelectuais de esbaldam, lacram e lucram?

Moradores de Cidade Jardim Cobram Medidas Sustentáveis para Eventos no Candyall Guetho Square

Salvador, 27 de fevereiro de 2026 – Em meio ao debate sobre o equilíbrio entre lazer cultural e qualidade de vida urbana, a Associação dos Condomínios do Loteamento Cidade Jardim (ACCJ) divulgou um comunicado criticando a resposta da Pracatum, organizadora de eventos no Candyall Guetho Square, em Salvador. O documento, datado de 27 de fevereiro, destaca a falta de ações concretas para mitigar impactos ambientais e sociais causados por festas no local, como poluição sonora, resíduos urbanos e congestionamentos, que afetam diretamente a sustentabilidade comunitária.

O comunicado surge após pleitos enviados pela ACCJ à Pracatum em 4 de fevereiro de 2026, solicitando soluções para problemas recorrentes durante eventos. Segundo a associação, os moradores enfrentam “caos” no trânsito, excesso de ruído e acúmulo de lixo, questões que vão além do incômodo imediato e tocam em pilares da sustentabilidade urbana, como a preservação do bem-estar ambiental e a gestão eficiente de recursos públicos.

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Trânsito e Acesso: Um Desafio para a Mobilidade Sustentável

A Pracatum alegou notificar a Transalvador e pagar taxas para guardas e viaturas, atribuindo o congestionamento de 1º de fevereiro à falta de pessoal devido ao Dia de Iemanjá e férias da equipe. No entanto, a ACCJ considera a justificativa “inaceitável”, especialmente em período de alta temporada. “Férias de equipe essencial em pleno verão é totalmente inaceitável”, afirma o documento. A associação cobra prioridade no acesso para moradores e controle de entrada de não residentes, ignorados na resposta. Esses pontos destacam a necessidade de planejamento urbano sustentável, reduzindo emissões de veículos e promovendo mobilidade inclusiva.

Poluição Sonora: Impactos na Saúde e no Meio Ambiente

Sobre o barulho excessivo, a Pracatum negou irregularidades, afirmando cumprir horários e limites de decibéis, com licenças municipais em dia. A ACCJ, porém, vê nisso uma omissão, argumentando que o ruído afeta a qualidade de vida e pode contribuir para estresse ambiental em áreas residenciais. Em termos de sustentabilidade, a poluição sonora é um fator subestimado que interfere no equilíbrio ecológico urbano, afetando sono, saúde mental e até a fauna local.

Limpeza e Resíduos: Falhas na Gestão Ambiental Pós-Evento

A resposta da Pracatum limitou-se a mencionar ofertas de café da manhã para equipes da Limpurb agilizarem a limpeza matinal. A ACCJ critica a ausência de medidas adicionais, como planos para redução de resíduos ou reciclagem durante os eventos. “Nada mais foi dito sobre medidas adicionais neste tópico”, ressalta o comunicado. Essa lacuna evidencia desafios na economia circular urbana, onde eventos culturais poderiam adotar práticas zero lixo para minimizar o impacto ambiental em bairros como Cidade Jardim.

Segurança e Fiscalização: Parcerias Públicas sem Resultados Concretos

A organizadora informou solicitar apoio da Polícia Militar e ser fiscalizada por órgãos como SEDUR, Transalvador, SEMOP e Limpurb. Apesar disso, a ACCJ avalia que faltam ações proativas, como equipes dedicadas pós-evento. A sustentabilidade social entra em pauta aqui, com a necessidade de eventos que promovam inclusão sem comprometer a segurança e o direito ao descanso dos residentes.

Avaliação e Próximos Passos: Em Busca de um Plano Sustentável

A ACCJ conclui que a Pracatum, apesar de alegar compromisso com a comunidade, focou no “que já fazem” em vez de propor ajustes. “Não apresentaram um plano concreto com novas medidas ou ajustes — absolutamente necessários”, avalia o documento. A associação planeja uma reunião presencial para cobrar um plano de ação com datas e responsáveis, especialmente para o pós-evento. Além disso, continuará registrando inconvenientes com fotos e vídeos como provas, e ameaça acionar entidades fiscalizadoras se os diálogos falharem.

Leandro Azi, presidente da ACCJ, enfatiza: “Seguimos trabalhando em defesa dos interesses e da qualidade de vida de todos os moradores do Loteamento Cidade Jardim”. O caso ilustra tensões comuns em cidades como Salvador, onde o turismo e a cultura devem alinhar-se à Agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável, priorizando comunidades resilientes e ambientes saudáveis.

Para mais debates sobre sustentabilidade urbana, acompanhe o Sustentabilidade em Pauta.

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