Será encaminhado à sanção do presidente da República um projeto de lei complementar que faz dois ajustes na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): retira dos limites do arcabouço fiscal os gastos com salário-paternidade pagos pelo INSS e viabiliza o usufruto de créditos tributários por dois tipos de empresas (grandes revendedoras e compradoras de material reciclável e aquelas localizadas em áreas de livre comércio).
O projeto ( PLP 77/2026 ) é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O texto foi aprovado pelo Senado na terça-feira (24) e pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (25).
A concessão dessa licença terá impacto nos orçamentos futuros em razão do aumento gradual do benefício — dos cinco dias atuais para dez dias a partir de 2027; 15 dias a partir de 2028; e 20 dias de 2029 em diante. E vem daí a necessidade de ajuste na LDO.
O projeto retira os gastos com salário-paternidade pagos pelo INSS do limite de aumento de despesas imposto pelo arcabouço fiscal.
A fim de viabilizar benefícios tributários relacionados ao PIS/Cofins concedidos a empresas compradoras de material reciclável por outro projeto de lei — o PL 1.800/2021 —, o projeto de Randolfe retira esse caso da proibição prevista na LDO de 2026.
Somente empresas tributadas pelo lucro real podem contar com os créditos.
Mas a possibilidade de gerar créditos de PIS e Cofins acabará a partir de 2027, quando entram em vigor as mudanças previstas pela reforma tributária. Esses tributos serão extintos com a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
Com Agência Câmara de Notícias
Senado Federal Plenário celebra 80 anos da Secretaria-Geral da Mesa na próxima terça
Senado Federal Senado participa da 72ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre
Senado Federal Cinema Acessível Kids reuniu estudantes em cinema de Brasília
Senado Federal Proibição de bloqueio de recursos do Fust está na pauta do Plenário de quarta
Senado Federal Proibição de recursos bloqueio nos recursos do Fust está na pauta do Plenário de quarta
Senado Federal Fiscalização do setor de combustíveis está na pauta do Plenário