Quinta, 05 de Novembro de 2026 18:41
(71) 98382-1916
26°

Parcialmente nublado

Salvador, BA

Dólar com.

R$ 5,5

Euro

R$ 6,17

ESG Clima

Super El Niño sentido na pele: calor e mudanças climáticas exigem atenção redobrada com saúde cutânea

Fenômeno climático altera temperatura e umidade em diferentes regiões do país; calor, suor, ressecamento e maior exposição solar podem favorecer desconfortos e agravar a sensibilidade da pele;

19/10/2026 23h47
Por: Redação
Divulgação
Divulgação

O Super El Niño de 2026 já está impactando a rotina dos brasileiros com períodos de calor mais intenso, mudanças na umidade e variações ambientais extremas. Essas condições podem significar, além de impactos ambientais e econômicos, uma maior exposição ao suor, à incidência dos raios solares e ao ressecamento, fatores que alteram a saúde da pele e agravam quadros dermatológicos já existentes.
 

Os efeitos desse evento climático são adversos e com muita variação a depender das diferentes regiões do país. Enquanto algumas áreas devem registrar temperaturas mais elevadas e períodos mais secos, outras podem apresentar mudanças no volume e na distribuição das chuvas. Ambas as condições interferem na relação da pele com o ambiente e contribuem, mesmo que indiretamente, para problemas como ressecamento, irritações, coceira e desconforto.
 

O fenômeno, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial, promete ser o mais intenso desde 1950, quando começaram as medições, de acordo com a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), exigindo cuidados redobrados, especialmente entre pessoas com condições preexistentes, como dermatites, psoríases ou de pele mais sensível, como crianças e bebês.
 

Continua após a publicidade
Anúncio

“Quando a temperatura e a umidade mudam, a pele pode ser o primeiro órgão a sentir o impacto, portanto precisa de atenção e cuidado redobrado. O calor excessivo pode aumentar a transpiração e favorecer irritações, enquanto ambientes mais secos podem contribuir para o ressecamento da pele. Por isso, é importante observar como a pele de cada criança reage e ajustar os cuidados dermatológicos para essas mudanças”, explica Marjorie Uber Iurk, dermatologista pediátrica.

Para atravessar períodos de calor e alterações climáticas sem enfrentar consequências de problemas dermatológicos, alguns cuidados podem fazer parte da rotina:

  • Hidratar a pele: o uso regular de hidratantes ajuda a preservar a barreira cutânea e a reduzir a sensação de ressecamento e repuxamento;
  • Evitar banhos muito quentes e/ou demorados: a água em temperatura elevada ou banhos muito longos podem remover parte da oleosidade natural da pele e contribuir para o ressecamento;
  • Reforçar a proteção solar: protetor solar, roupas adequadas, chapéus e preferência por locais cobertos ou com sombra ajudam a reduzir a exposição à radiação ultravioleta;
  • Cuidar do excesso de suor: manter a pele limpa e seca pode ajudar a reduzir desconfortos em períodos de calor, especialmente em regiões de dobras no corpo;
  • Dar atenção à pele sensível: pessoas com tendência a ressecamento ou irritação podem precisar de uma rotina mais cuidadosa e produtos adequados às necessidades da pele;
  • Observar a pele de bebês e crianças: a pele infantil é mais delicada e merece cuidados específicos, principalmente durante períodos de calor intenso.

A atenção deve ser ainda maior quando já existem sinais persistentes de irritação, coceira, vermelhidão ou descamação. Nesses casos, a avaliação de um dermatologista é importante para identificar a causa e indicar o cuidado mais adequado.

Impacto ambiental já é parâmetro para escolhas mais conscientes no autocuidado
 

Embora seja um fenômeno natural e recorrente, o El Niño ocorre hoje em um contexto de mudanças climáticas que intensificam os desafios ambientais. Nesse cenário, cuidar da pele também passa por escolhas mais conscientes, que considerem não apenas os benefícios dos produtos para a saúde, mas também seus impactos no meio ambiente.
 

Segundo a pesquisa Mapa do Consumo Sustentável 2026, realizada pela Ilumeo em parceria com a Ecomunica, a atenção à sustentabilidade cresce à medida que o produto se aproxima do corpo e da saúde. Na categoria de cosméticos e autocuidado, 69,7% dos consumidores afirmam que o compromisso ambiental da marca pesa na decisão de compra, e diminui quando estão distantes do corpo, como artigos esportivos (59,2%) e bancos e serviços financeiros (56,6%).
 

Nesse contexto, aspectos como ingredientes, origem, embalagens e processos de produção podem complementar a preocupação com a eficácia e a segurança dos produtos utilizados no dia a dia.
 

Para acompanhar essas mudanças na rotina de cuidados, a Mustela aposta em fórmulas que priorizam ingredientes naturais ou de origem natural, como óleos vegetais de abacate, girassol, jojoba e romã. A marca também reaproveita partes do abacate que seriam descartadas para produzir ativos cosméticos, como a Perseose® de Abacate, presente em grande parte de seus produtos infantis. Esse olhar também se estende às embalagens, com iniciativas de ecodesign que buscam reduzir o uso de materiais e o impacto ambiental dos produtos, sem deixar de lado as necessidades de cuidado da pele.
 

“Em períodos de mudanças ambientais, o cuidado não deve começar apenas quando a pele apresenta algum sinal de desconforto. Observar as necessidades individuais, manter uma rotina consistente e fazer escolhas mais conscientes são formas de proteger a pele hoje e, ao mesmo tempo, pensar no impacto que esses hábitos podem ter no futuro”, afirma Marilla Mesquita, diretora de marketing, vendas e ESG na Mustela Brasil.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários