Recente balanço do IFACC, que traz um dado histórico e um alerta sobre o financiamento verde no Brasil: o crédito para a agropecuária sem desmatamento beira a meta de US$ 1 bilhão (US$ 954 milhões desembolsados desde 2021), mas 97,8% desse volume financiou a transição no Cerrado, enquanto apenas 2% dos recursos chegaram à Amazônia.
O documento detalha os limites do mercado financeiro atual, que prioriza cadeias consolidadas (como a soja) e esbarra na percepção de risco para financiar a bioeconomia amazônica, que possui ciclos mais longos. O material aborda as soluções práticas para corrigir essa dinâmica, destacando o uso de fundos de capital catalítico (como o recém-lançado CCAT) que assumem os riscos iniciais para destravar o capital privado e dar escala à transição no campo.
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