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Opinião: Georges Humbert Sustentabilidade

Ambientalismo Extremista e Sem Resultado

O ambientalismo radical, tão propagado por figuras como Marina Silva e pelos governos ambientalistas e extremistas, promete salvar o planeta enquanto sufoca o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

16/12/2025 22h48
Por: Redação
Prof. Dr. Georges Humbert
Prof. Dr. Georges Humbert

O ambientalismo radical, tão propagado por figuras como Marina Silva e pelos governos ambientalistas e extremistas, promete salvar o planeta enquanto sufoca o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Mas, ao mergulharmos nos dados concretos, o que encontramos é uma fachada verde que esconde falhas graves: mais desmatamento em certos períodos, incêndios descontrolados, mortes indígenas alarmantes, conivência com trabalho escravo em gigantes do agronegócio, volta ao carvão sujo e desastres hidrelétricos como Belo Monte.

Esses regimes, com sua pauta “sustentável”, não entregam resultados reais, apenas freiam o progresso em nome de uma ideologia que beneficia elites globais e ignora o povo brasileiro. Vamos aos fatos, sem rodeios.

Durante os governos ambientalistas e extremistas, com Marina Silva como Ministra do Meio Ambiente em períodos chave, o desmatamento na Amazônia começou alto e, embora tenha caído após o pico de 2004, permaneceu em níveis elevados em comparação com potencial de redução maior. Em 2004, o desmatamento atingiu 27.772 km², o pior em anos recentes, e só começou a cair para 11.651 km² em 2008.

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No entanto, em gestões recentes ambientalistas e extremistas, apesar das fanfarras, o desmatamento ainda é significativo: embora tenha caído 11% no período de 12 meses até julho de 2025, para 5.796 km², isso é após herdar picos anteriores, e o ritmo de redução é lento comparado às promessas de zero desmatamento.

Marina Silva, de volta ao ministério, celebra quedas de 60% em meses específicos como julho de 2023, mas ignora que o acumulado anual sob histórico ambientalista e extremista supera o de governos mais liberais em eficiência. Comparado a outros períodos, os ambientalistas e extremistas vendem vitórias parciais enquanto a floresta continua sangrando. Os incêndios na Amazônia explodem sob essa gestão “ambientalista”. Em 2024, o Brasil registrou quase 279.000 focos de incêndio em todo o país, um aumento de 46% sobre 2023. Na Amazônia Legal, os números são alarmantes: 126.957 em 2023, subindo para picos em julho de 2024 com 11.434 hotspots, o maior desde 2005.

Sob Marina como ministra nos anos 2000, os incêndios variavam, mas o padrão persiste: em 2022, 145.101 na Amazônia Legal, mas 2024 viu surtos devido a secas, que o governo culpa no clima em vez de falhas em fiscalização. Esses focos, exacerbados por políticas que priorizam multas em vez de desenvolvimento sustentável, destroem mais que em outros mandatos: em agosto de 2022, 33.116 focos, mas o legado ambientalista e extremista permite que o fogo volte com força.

A hipocrisia atinge o pico nas mortes indígenas. Em 2023, 308 yanomamis morreram, vítimas de mineração ilegal herdada, mas persistente apesar das operações de emergência. Embora haja queda de 21% em 2024 (para níveis ainda altos), com reduções em malária (42%) e desnutrição (20%), o fato é que três crianças yanomami morriam por semana nos primeiros anos ambientalistas e extremistas.

Já as Mortes indígenas gerais subiram: sob outros contextos, 113 assassinatos em 2019, mas o histórico ambientalista e extremista viu picos, com 182 em 2020, e o padrão continua. De 2003-2005, dezenas de assassinatos anuais, incluindo líderes Guarani-Kaiowá. Marina e líderes ambientalistas e extremistas prometem proteção, mas dados de 2003-2022 mostram homicídios de indígenas mulheres e meninas em alta, com impunidade. Isso não é proteção; é negligência disfarçada de ambientalismo. Ou seja: Enquanto pregam sustentabilidade, protegem exploradores que devastam a Amazônia. 

E não é só. Líderes ambientalistas e extremistas falam em “revolução energética”, mas reestabelecem compras de energia térmica a carvão. Em 2025, o Congresso aprovou prorrogação de contratos de usinas a carvão até 2040, como Candiota, e hesitam em vetar, apesar de COP30.
O carvão persiste em uma “potência renovável” como o Brasil, com investimentos fósseis subindo sob ambientalistas e extremistas, minando ambições verdes. Isso contradiz promessas de transição, priorizando empregos locais em detrimento do clima global. A usina de Belo Monte, empurrada sob governos ambientalistas e extremistas, causa estragos irreversíveis. Reduziu o fluxo do Xingu em 85%, matando peixes (queda de 24-29% em espécies), erodindo margens e deslocando 20.000 pessoas.
Impactos incluem mortalidade de árvores, siltagem e violações de direitos indígenas, piorados pela crise climática. Uma “injustiça socioambiental” que custou bilhões e gera menos energia que prometido.

Esses governos, com seu ambientalismo extremista, limitam o progresso econômico e social do Brasil – freando agro, mineração e infraestrutura em nome de uma agenda que não entrega. Desmatamento ilegal persiste, o legal é desautorizado, incêndios criminosos queimam nossa alma, enquanto as técnicas controladas são estigmatizadas, indígenas morrem, enquanto artistas como Huck querem lhes dar ordem e negar o progresso, e escravagistas são perdoados, carvão volta, à sombra de uma Belo Monte ineficiente e que destrói.

Sem resultados reais ou sustentáveis, é hora de sustentabilidade e verdade, sem ideologia e lacração em temas ecológicos, sociais e econômicos, que equilibre crescimento e preservação, não ideologia vazia, do atraso, morte, lixões, esgotos, falta de água potável e dependência eterna do assistencialismo.

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