O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, se reuniu nesta quinta-feira (23) com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, para tratar de soluções que possam reduzir os impactos das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras. Segundo Alban, o setor produtivo continuará apoiando as negociações do governo brasileiro com os norte-americanos.
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“Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando”, enfatizou o presidente da CNI.
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Confira aqui entrevista coletiva do presidente da CNI, Ricardo Alban
Na reunião, Alban e o ministro debateram a proposta da CNI de criação de uma nova missão do programa Nova Indústria Brasil (NIB) voltada a aliviar impactos das empresas prejudicadas pelas novas tarifas. “Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas”, destacou.
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“Dentro da política industrial podemos constituir uma sétima missão voltada para internacionalizar as nossas cadeias produtivas, de forma que possamos ter um projeto contínuo e sempre atualizado de apoio à internacionalização das nossas indústrias”, acrescentou Alban.
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A proposta da CNI é formular uma sétima missão transitória da política industrial que possa auxiliar os setores industriais prejudicados pelas novas tarifas dos Estados Unidos. A medida está sendo desenvolvida em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as 27 federações estaduais de indústria, associações setoriais e sindicatos industriais.
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Sobre a nova tarifa anunciada pelos EUA nesta quinta, o presidente Alban alertou que a CNI ainda estuda quais serão os impactos. “Essa tarifa cria uma falta de competitividade total. E isso se torna mais crítico principalmente para o produto manufaturado”, pontuou.