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Habitação popular na Bahia incorpora áreas verdes, lazer e infraestrutura urbana

Empreendimentos em Salvador e Camaçari apostam em soluções voltadas à convivência, mobilidade e sustentabilidade

01/08/2026 16h45
Por: Redação
Habitação popular na Bahia incorpora áreas verdes, lazer e infraestrutura urbana

Áreas verdes, espaços de convivência e contato com a natureza deixaram de ser diferenciais restritos a empreendimentos de alto padrão e passam a integrar também projetos de habitação popular. Na Bahia, a MRV vem incorporando esses elementos a empreendimentos em Salvador e Camaçari, com foco em bem-estar, urbanização e qualidade de vida. 

 

Em Salvador, a Cidade Sete Sóis Paralela, primeira SmartCidade desenvolvida pela companhia no Brasil, conta com 74 mil m² de área verde preservada, o equivalente a cerca de dez campos de futebol, e prevê mais de 4,5 mil unidades habitacionais distribuídas em 12 condomínios. O projeto paisagístico e urbanístico foi desenvolvido com orientação e parceria do ICLEI, com adoção de Soluções Baseadas na Natureza. 

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Agora, a empresa se prepara para lançar o Parque dos Monarcas, oitavo empreendimento da Cidade Sete Sóis Paralela, dando continuidade à implantação do complexo. Voltado às faixas 2 e 3 do programa Minha Casa, Minha Vida, o condomínio será construído em um terreno de 18,4 mil m² e terá 380 unidades de dois quartos, incluindo opções com área privativa e unidades adaptáveis para Pessoas com Deficiência (PCD). 

 

A infraestrutura de lazer inclui piscinas adulto e infantil, salão de festas, espaço gourmet, playground, espaço kids, fitness descoberto e pomar, além de 427 vagas de estacionamento. O empreendimento também integra ciclovias, espaços de convivência e soluções voltadas à mobilidade urbana. 

 

“Existe uma mudança na forma como as famílias enxergam a moradia. O apartamento continua sendo central, mas a experiência de viver naquele espaço também passa pelo entorno, pelas áreas de convivência e pela possibilidade de ter contato com ambientes mais verdes. O desafio é incorporar esses elementos também à habitação popular, mantendo a acessibilidade do produto”, afirma Victor Von Flach, gestor de produção local da MRV. 

 

Da preservação à infraestrutura 

Em Camaçari, o Solar das Árvores segue a mesma lógica. A praça central do empreendimento foi executada com paisagismo baseado no plantio de vegetação nativa e na preservação das rochas naturais existentes no terreno. O projeto prevê área institucional com quadra gramada, quadra de beach tennis, pet place, espaço para food trucks, parque infantil e coreto. 

 

Praça principal do Solar das Árvores/ Crédito: Divulgação/ MRV&CO

Os investimentos na praça e na área institucional somam R$ 2 milhões. A rede de drenagem já executada recebeu cerca de R$ 1 milhão, e outros R$ 1,3 milhão estão previstos para pavimentação. 

 

Os projetos na Bahia integram uma estratégia mais ampla da companhia. Em 2025, a MRV investiu R$ 32,8 milhões em infraestrutura urbana no estado, sendo R$ 23,5 milhões em Salvador e aproximadamente R$ 7,9 milhões em Camaçari.

  

Infraestrutura de lazer do Parque dos Monarcas inclui desde piscinas adulto e infantil até espaço fitness descoberto/ Crédito: Divulgação/ MRV&CO

Sustentabilidade em escala 

Desde 2010, a MRV já plantou mais de 2,36 milhões de árvores no Brasil. Em 2025, foram cerca de 82 mil mudas, com investimento aproximado de R$ 7,7 milhões. A companhia prioriza espécies nativas e adequadas às características ambientais de cada região. 

 

Os resultados do Relatório Anual de Sustentabilidade 2025 da MRV&CO apontam ainda redução de aproximadamente 30% nas emissões de gases de efeito estufa por unidade produzida. No período, também houve queda de 21,7% nas emissões ligadas à compra de insumos e redução de 24% no gasto energético global da companhia. 

 

“Habitação popular em grande escala e sustentabilidade não precisam seguir caminhos separados. Quando o planejamento considera as características naturais do terreno, a infraestrutura e a forma como as famílias vão ocupar os espaços coletivos, conseguimos avançar na construção de uma experiência de moradia mais completa e conectada às necessidades atuais”, finaliza Victor.

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