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Agronegócio Algodão preterido

MP das blusinhas: Abrapa mantém defesa de políticas de incentivo às fibras naturais

Mais sustentável, nacional, gerador de emprego e preterido: Proposta relacionada às fibras sintéticas não foi incorporada à MP, mas debate poderá avançar por meio de projeto de lei na próxima legislatura

04/09/2026 12h48
Por: Redação
Mais sustentável, nacional, gerador de emprego e preterido: Proposta relacionada às fibras sintéticas não foi incorporada à MP, mas debate poderá avançar por meio de projeto de lei na próxima legislatura
Mais sustentável, nacional, gerador de emprego e preterido: Proposta relacionada às fibras sintéticas não foi incorporada à MP, mas debate poderá avançar por meio de projeto de lei na próxima legislatura

 

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A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) seguirá defendendo políticas públicas de incentivo ao uso de fibras naturais e de conscientização sobre os impactos dos microplásticos, após a análise da Medida Provisória nº 1.357/2026, conhecida como “MP das blusinhas”.

 

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Durante a tramitação da MP, nesta primeira semana de setembro, a Abrapa acompanhou as discussões no Congresso e contribuiu com informações técnicas sobre o avanço das fibras sintéticas no mercado brasileiro, os impactos associados aos microplásticos e a importância de ampliar o espaço das fibras naturais, como o algodão.

 

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Entre as propostas apresentadas estava a Emenda nº 52, de autoria do senador Carlos Fávaro, que previa a criação de uma contribuição sobre a importação de produtos têxteis acabados contendo fibras sintéticas. A proposta buscava, entre outros objetivos, reduzir a poluição por microplásticos e estimular a produção, o consumo e a inovação em fibras naturais.

 

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A emenda não foi incorporada ao texto da MP. A avaliação durante a tramitação foi de que a proposta criava uma nova contribuição que extrapolava o objeto principal da medida provisória, além de envolver questões que demandariam discussão específica.

 

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Para a Abrapa, porém, o encerramento dessa discussão dentro da MP não encerra a pauta. A entidade dará continuidade às ações de comunicação, conscientização e produção de informações sobre microplásticos e fibras naturais. A discussão também poderá avançar no Congresso por meio de um projeto de lei específico, a partir da próxima legislatura, permitindo que o tema seja analisado de maneira mais ampla.

 

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Segundo o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, a MP abriu espaço para um debate importante sobre o avanço das fibras sintéticas e a necessidade de valorizarmos as fibras naturais. “Vamos continuar contribuindo com informações e dialogando para que o Brasil possa construir políticas públicas que estimulem escolhas mais sustentáveis e ampliem o espaço do algodão”, afirma.

 

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