Quinta, 05 de Novembro de 2026 18:41
(71) 98382-1916
26°

Parcialmente nublado

Salvador, BA

Dólar com.

R$ 5,5

Euro

R$ 6,17

Cidades Clima

Brasil, conceito de “cidade-esponja” ganha relevância no debate sobre prevenção de alagamentos

Entenda

30/09/2026 17h07
Por: Redação
Meta IA
Meta IA
 

As fortes chuvas que vêm atingindo diferentes regiões do Brasil reacendem uma questão cada vez mais presente no planejamento urbano: como preparar as cidades para receber volumes extremos de água sem transformar a chuva em alagamentos, enchentes e outros transtornos?

 

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), setembro tem sido marcado por uma sequência de episódios de tempo severo no Centro-Sul do país, com registros de chuvas intensas em curtos períodos, vendavais, granizo e outros fenômenos. O instituto também destaca que diversas localidades registraram volumes expressivos de chuva ao longo do mês.

Continua após a publicidade
Anúncio

 

É nesse contexto que ganha espaço o conceito de “cidade-esponja”, estratégia de planejamento urbano que busca fazer com que a cidade absorva, retenha, armazene e libere a água da chuva de maneira mais gradual, aproximando o funcionamento do ambiente urbano dos processos naturais.

 

Na prática, isso pode envolver soluções como pavimentos permeáveis, jardins de chuva, parques alagáveis, áreas verdes, telhados verdes, reservatórios de retenção, recuperação de rios e córregos e sistemas de captação de água da chuva.

 

A proposta não é eliminar a infraestrutura tradicional de drenagem, mas combiná-la a soluções que permitam que parte da água seja absorvida e armazenada antes de chegar à rede de drenagem.

Pontos que merecem atenção, debate e solução:

  • Por que as cidades excessivamente impermeabilizadas têm dificuldade para lidar com grandes volumes de chuva;
  • Como o conceito de cidade-esponja funciona na prática;
  • Quais soluções podem ser incorporadas a projetos de arquitetura, edifícios, ruas e espaços públicos;
  • Como parques e áreas verdes podem funcionar também como infraestrutura de drenagem;
  • O papel dos pavimentos permeáveis, jardins de chuva e reservatórios na redução do escoamento superficial;
  • Como adaptar o conceito à realidade das cidades brasileiras;
  • A importância de pensar a drenagem urbana não apenas como uma questão de engenharia, mas também de arquitetura, paisagismo e planejamento urbano;
  • Exemplos de intervenções que podem ser implantadas tanto em grandes projetos quanto em áreas urbanas já consolidadas.
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários